a savana brasileira

A importância do Cerrado – e de todos os outros biomas brasileiros que se conectadom a ele – impulsiona nossas ações em projetos socioambientais. Para a Agência Cajuí, a divulgação de iniciativas de conservação do meio ambiente ultrapassa o aprendizado em equipe: elas transformam a maneira que nossa equipe enxerga a comunicação socioambiental.


Para que isso aconteça, é fundamental conhecer o bioma e suas riquezas. As nuances e particularidades do Berço das Águas, aliadas à nossa expertise, geram soluções de produtos de comunicação comprometidos com a biodiversidade e propagadores de iniciativas relevantes de norte a sul do país.

Foto: C. Eduardo Rodrigues

sobre o
cerrado

A região central da América do Sul é, sem dúvida, uma das mais belas paisagens do mundo. Chapadões moldados por centenas de milhões de anos de fenômenos naturais, erguem-se entre planícies cinematográficas. É entre elas que crescem as florestas, as savanas e as zonas úmidas, criando um enorme leque de hábitats, permitindo a continuidade da biodiversidade em diferentes ecossistemas.


Com mais de dois milhões de quilômetros quadrados e conectado a todos os outros biomas brasileiros, o bioma Cerrado é o segundo maior (logo atrás da Amazônia), ocupando 1/4 de todo o território nacional. É reconhecidamente um hotspot global de biodiversidade, destacando-se pela grande abundância de espécies de fauna e de flora que só existem neste território.


Dados levantados pelo Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, em inglês) junto ao Perfil do Ecossistema do Cerrado, apontam “um total de 251 espécies de mamíferos vive no Cerrado, juntamente com a avifauna rica, que compreende 856 espécies. A diversidade de peixes (800 espécies), répteis (262 espécies) e anfíbios (204 espécies) também é elevada”.


A relevância hídrica deste território também é inquestionável. No Cerrado, estão localizadas as cabeceiras de três das maiores bacias hidrográficas do Brasil: Amazonas/Tocantins, São Francisco e Prata. Informações apuradas pela BBC Brasil revelam que essas águas são fonte de vitalidade para, ao menos, 60 milhões de pessoas.

Foto: C. Eduardo Rodrigues

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povos e comunidades tradicionais

Suas sementes, flores, frutos, folhas, raízes, cascas, látex, óleos e resinas têm inúmeros usos para agricultores familiares, Comunidades Tradicionais e Povos Originários produzem alimentos limpos, medicamentos e utensílios  além de beneficiarem produtos de forma artesanal ou agroindustrial.  


Geraizeiros, raizeiras, benzedeiras, quilombolas e indígenas que habitam as savanas na região central do Brasil mantêm viva culturas e tradições graças a uma relação ancestral e intimista com seus territórios.

 

Esses grupos desenvolveram ao longo de séculos práticas de manejo que conservam a natureza e, simultaneamente, garantem a subsistência das futuras gerações, ultrapassando fronteiras.

Foto: MIQCB/Ingrid Barros